quinta-feira, 23 de setembro de 2010

salve o teu carnaval

Acabo de receber por e-mail a sua tarefinha de casa, Lê. Apesar de estar longe da escola por causa destes dias em Maceió, pelo menos as tarefinhas de casa você tem feito.

Hoje à noite, quando a mamãe chegar ao hotel, vamos conversar um pouco sobre o Hino do Elefante de Olinda.

Os bonecos gigantes também
fazem parte do carnaval de Olinda

Ao som dos clarins de momo

O povo aclama com todo andor
O elefante exaltando as suas tradições
E também seu esplendor

Olinda, este meu canto
Foi inspirado em teu louvor
entre confetes, serpentinas, venho te oferecer
Com alegria o meu amor

Olinda, quero cantar
A ti, esta canção
Teus coqueirais, o teu sol, o teu mar
Faz vibrar meu coração
De amor a sonhar, minha Olinda sem igual

Salve o teu carnaval!

Só você vendo, amor, como as pessoas ficam ao ouvirem este hino lindo de arrepiar até aqueles cabelinhos em cima da unha do polegar do dedo do pé. É uma homenagem grandiosa à cidade que já foi capital do nosso Pernambuco e hoje é Patrimônio da Humanidade. É linda, sim.

A vista que o Alto da Sé nos dá
(robertatobege.blogger.com.br)
Dia desses, fui fazer uma entrega de prêmio do Pernambuco Dá Sorte no Alto da Sé - onde a presença de Deus é mais sentida, especialmente no fim de tarde de uma quinta-feira. Quando o trabalho acabou, saí caminhando sozinha, acompanhada apenas de mim mesma, como há tanto tempo não acontecia.

Ali, tudo parece um poema. É um poema. Depende de quem vê. No meu caso, vi um livro inteiro de poesia. Que acabou se tranformando em imagens. Ainda bem que eu estava com a máquina.

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A página dois da sua tarefa traz sete imagens diferentes. Você vai precisar identificar com um círculo os clarins, confetes e serpentinas, coqueirais, sol, mar, coração e carnaval, todas palavras que a gente canta no Hino do Elefante de Olinda. Quero te levar lá em breve, pra ver e sentir de perto o sentido maior desta cidade. Alta.

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O Elefante de Olinda é um clube carnavalesco que foi fundado no ano em que a vovó Raquel nasceu, 1952. Assim como outro clube, Pitombeiras, todo o mundo conhece e ama. Quem não ama, não conhece.

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