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| Olha o Gru aí |
O nome dele é Gru. Careca, quase sem pescoço, pernas fininhas, nariz comprido e pontudo, roupas sempre pretas. É um homem à primeira vista bem malvado. Não gosta de crianças, não respeita as pessoas, não ganha dinheiro trabalhando, mas roubando as coisas mais malucas. A última esquisitice que Gru põe na cabeça é o roubo da Lua. Junto com seu exército de amarelinhos, ele monta um super esquema para conseguir realizar o plano. O problema é que Gru dá de cara com Vector, um jovenzinho com cara de bobão - mas muito esperto - e com os mesmos planos que ele.
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| Vector é o verdadeiro vilão da história |
Vector adora os biscoitos vendidos por um trio de meninas muito fofas de um orfanato dirigido por uma senhora que mais parece uma bruxa de tão ruim. Pra entrar na casa de Vector e conseguir o super redutor de objetos que lá está, Gru acaba adotando as menininhas Agnes, Edith e Margô. Com o equipamento maluco, Gru pretende encolher a Lua e vendê-la ao maior banqueiro – e pilantra – da cidade.
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| Margô, Agnes e Edith |
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| O filme é uma lição de afeto |
Mas deixa eu te contar a melhor parte do filme, Lê.
Sabe qual foi?
Foi quando você pediu para ir pro meu colo, tirou a sapatilha e se enroscou entre os meus braços, quase como um emboá – aquelas minhoquinhas marrom que aparecem sempre que chove e se encolhem quando são tocadas e se sentem ameaçadas. O tempo passou que eu nem senti.
- Mamãe, já acabou.
- O quê, filha?
- O filme, mãe. Pode me soltar.
Eu já te disse que ser sua mãe é bom demais, sua cabrita? É bom DEMAIS.




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