segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Dia dos Pais

Helena, Edu e a furadeira que ele ainda não tinha
Estávamos os três ansiosos pela chegada do Dia dos Pais. É que o Dia das Mães foi muito bom e havia planos e expectativas para mais uma data. A gente gosta. A gente valoriza mesmo. Pena que Edu viajou pra São Paulo justamente na semana anterior ao domingo dos pais. Eu sabia que Lelêca faria na escola lembrancinhas todos os dias. Resolvi que iria deixá-las grudadas nos imãs da geladeira. Teve uma gravatinha de papelão azul marinho pintadinha com cola colorida vermelha e amarela. Teve um porta-retrato feito na aula de inglês com palitinhos de picolé. Um quadrinho com a mão da nossa pequena espalmada em tinta verde bem no meio. E o melhor de todos: um aviso para pendurar na porta do quarto com a seguinte mensagem: “Pare. Papai está dormindo”.

No início da semana, a escola havia pedido para que fosse enviada uma foto dos pais com seus filhos. Só descobri o porquê quando cheguei na quinta-feira para pegar Helena na escola. As fotos estavam coladas numa das paredes da sala. Ao lado de cada uma, palavras ditas pelas crianças e escritas por tia Mirela num coração de papel vermelho. Uma dizia: “Papai é lindo. Vou dar uma calça para ele de presente”. Outra: “Meu pai é legal. No Dia dos Pais, quero dar um carrão pra ele”. A frase de Helena: “Papai é comilão. Domingo, vou dar pratinho, garfinho, copinho e muitos doces para ele”. Não agüentei e dei uma gargalhada. Nem me pergunte de onde ela tirou isso que eu não sei. A única coisa que eu sei é que Edu ficou arrasado e passou a malhar mais a partir de então.

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